Ônibus da Saritur colide com ponto de ônibus no Centro de Nova Lima
Um ônibus da empresa Saritur colidiu com um ponto de ônibus na Rua Dr. Aníbal Moraes Quintão, no Centro de ...
Por Thiago Carvalho – “Não existe almoço grátis.” Em janeiro deste ano, trouxe aqui para vocês um acordão muito estranho que fez o fantoche de prefeito de Nova Lima, João Marcelo, ser eleito presidente da GRANBEL sem nenhuma disputa, ou seja, ele venceu por aclamação. Piada, né?
Agora a conta começa a chegar para a população de Nova Lima. Estive ontem na Assembleia Legislativa para entender melhor esse novo terminal de ônibus que será construído em Nova Lima para beneficiar a empresa SARITUR em detrimento da população nova-limense. Não por acaso, tivemos ainda o vereador governista Abner protegendo a empresa SARITUR de uma CPI há pouco tempo (liguem os pontos).
Com essas informações em mãos, fui puxar o fio do novelo, e já é sabido nos bastidores que isso faz parte de uma articulação política envolvendo João Marcelo, o deputado João Vitor Xavier e mais prefeitos da Grande Belo Horizonte. Ou seja, não há interesse público nisso, somente de políticos e empresários.
Esse terminal, que trouxemos aqui em primeira mão no Jornal Minas, chega a ser tão absurdo que a “audiência” tentou ser realizada às escondidas, sem a presença dos vereadores, não só de Nova Lima, mas também das cidades de Raposos e Rio Acima que serão impactadas diretamente. Não houve qualquer resposta às dúvidas no encontro. O João Marcelo vai vender a preço de banana um terreno de Nova Lima de 12 mil m² em uma área que sequer está regularizada para receber uma obra desse porte.
Nem o zoneamento daquela região permite esse tipo de construção. E mesmo assim querem fazer sem passar pelo crivo da Câmara Municipal. Os vereadores de Nova Lima vão ser frouxos e aceitar isso?!
Enfim, pessoal, mais uma vez esse fantoche do Jão Mirim que temos sentado na prefeitura prejudica o povo nova-limense para ajudar seus amigos empresários e políticos. Serão passagens mais caras, baldeações para os usuários, além de prejudicar a mobilidade em uma região que não comporta mais ônibus e carros.
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