Estudante de 12 anos do George Chalmers sofre traumatismo craniano após agressão de mulher
Uma estudante de 12 anos da Escola Municipal George Chalmers, em Nova Lima, sofreu traumatismo craniano e vár ...

Uma noite que deveria ser de confraternização terminou em violência extrema em Nova Lima. Um gerente de comércio de 55 anos foi preso preventivamente acusado de tentar matar e torturar a funcionária com quem mantinha um relacionamento extraconjungal.
O crime aconteceu na noite de domingo (30/11), após a festa da empresa, realizada no Centro de Nova Lima. Segundo testemunhas, o gerente insistia para que a jovem saísse do ambiente com ele. Ela recusou várias vezes, alegando que a relação havia acabado devido às agressões e ao comportamento controlador dele.
Funcionários que conversaram com o Jornal Minas afirmam que o homem é casado e vivia o relacionamento extraconjugal com a funcionária há quase um ano. “Ele sempre foi agressivo com ela, chamava atenção na frente de todos, ficava irritado quando outro funcionário conversava com ela”, disse uma testemunha sob anonimato.
A jovem concordou em entrar no carro apenas porque ele prometeu deixá-la na porta de casa para conversarem rapidamente. No trajeto, porém, o homem mudou a rota de forma brusca e seguiu para o bairro Barra do Céu, em um trecho isolado.
Dentro do carro, a violência começou. Segundo o depoimento, ele apertou seus braços, deu socos e tirou a chave do veículo para evitar que ela saísse. A delegada Mellina Clemente explicou que ele chegou a ordenar que ela pulasse do carro em movimento. A vítima recusou, com medo.
Em determinado momento, ela conseguiu abrir a porta. Ao tentar sair, o agressor se debruçou sobre suas pernas, segurando o celular dela. Ela caiu para fora do veículo, bateu a nuca e as costas no chão e foi arrastada por vários metros enquanto ele acelerava.
As imagens obtidas pela reportagem mostram as costas, nuca e braços da vítima completamente esfolados. Testemunhas próximas dizem que ela “não conseguia deitar, sentar ou vestir roupa sem dor intensa”.
Ao perceber a gravidade, o homem a abandonou e fugiu. A jovem conseguiu ajuda e relatou o caso à polícia. A prisão preventiva foi decretada cinco dias depois, para evitar qualquer tentativa de intimidação.
Por Gisele Maia
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