Sem dinheiro em caixa, Cançado retoma as rédeas da administração de Nova Lima e o Cone Cissa perde espaço
Por Thiago Carvalho: Bom dia, meus leitores! Há cerca de três meses venho recebendo informações de prestad ...
Por Thiago Carvalho: A disputa pela Presidência da Câmara de Rio Acima começou mais cedo. Em meio à discussão sobre a antecipação da eleição da Mesa Diretora, o vereador Daniel da Lia colocou seu nome como candidato à Presidência da Casa.
Na reunião desta segunda-feira (17) , começou a tramitar uma proposta de emenda à Lei Orgânica para antecipar para outubro a eleição da próxima Mesa. A proposta tem como autores Marcus Morgan, Renato Cosenza, Sandra do Canil, Ivanildo, Leci e o próprio Daniel da Lia. Natália, Herbert Rodrigues e Magno Cidó não assinaram.
A antecipação ainda não está aprovada. A proposta seguirá os trâmites internos da Câmara antes de ser levada à votação.
Durante a discussão, após questionamentos sobre a motivação para mudar a data, Daniel declarou que é candidato à Presidência.
Conversei com Daniel da Lia nesta manhã. Ele confirmou que colocou seu nome à disposição e disse que pretende buscar uma união dentro da Câmara, dialogando com os diferentes grupos. O vereador afirmou ainda que, pessoalmente, não vê problema em manter a eleição para dezembro.
E como fica o grupo?
Segundo informações que obtive, Renato Cosenza continua candidato à Presidência. O grupo que sustenta seu nome seria formado hoje pelo próprio Renato, Marcus Morgan, Leci, Sandra do Canil e Ivanildo. São cinco vereadores em uma Câmara com nove cadeiras.
A candidatura de Daniel pode ser vista como um rompimento desse grupo. Daniel que hoje faz parte da mesa diretora, porém, apresenta uma visão diferente: fala justamente em união da Câmara.
Ele não me informou quantos votos já teria articulado. Se o cenário atual for mantido, Daniel poderia buscar apoio entre Herbert Rodrigues, Magno Cidó e Natália, vereadores que estão fora do grupo citado. Ainda não conversei com os três sobre a disputa e vou procurar mais informações antes de atribuir qualquer posicionamento a eles.
Mesmo que tivesse o apoio dos três, Daniel chegaria a quatro votos, contando com o próprio. Para alcançar os cinco necessários, precisaria conquistar pelo menos um voto do grupo que hoje estaria comprometido com Renato Cosenza.
A eleição pode até ser mantida em dezembro, mas a conta já começou.
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