Nova Lima: filho faz rifa para pagar cirurgia e evitar que pai perca a visão
Uma campanha nas redes sociais tem mobilizado moradores de Nova Lima. O jovem Matheus dos Anjos criou uma rifa ...
AngloGold Ashanti anunciou a ampliação de seu investimento social para R$ 30 milhões em 2026, consolidando o Instituto AngloGold como instrumento central de sua estratégia de responsabilidade social.
O montante representa um crescimento superior a 100% em relação ao exercício anterior e será direcionado a aproximadamente 70 projetos em Minas Gerais. A execução dos recursos envolve uma arquitetura híbrida de financiamento, combinando capital próprio da empresa com mecanismos públicos, como leis federais de incentivo e fundos municipais.
Entre os instrumentos utilizados estão a Lei de Incentivo à Cultura, a Lei de Incentivo ao Esporte, a Lei de Incentivo à Reciclagem, além de aportes aos Fundos Municipais da Infância e Adolescência e do Idoso, e ao Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon). Esse modelo permite potencializar o volume de investimento e ampliar o alcance territorial das iniciativas.
O portfólio de projetos inclui desde grandes instituições hospitalares, como Instituto Mário Penna, Santa Casa BH e Hospital da Baleia, até iniciativas de base comunitária, como a Casa de Gentil, em Raposos, e projetos esportivos e culturais distribuídos em cidades mineradoras e do entorno.
O Programa Parcerias Sustentáveis se mantém como principal ferramenta de execução estratégica. Em sua 16ª edição, selecionou 19 empreendimentos sociais, oferecendo não apenas aporte financeiro, mas também suporte estruturado com mentorias, capacitação técnica e fortalecimento de gestão. Desde sua criação, o programa já apoiou mais de 300 projetos, com impacto estimado em mais de 210 mil pessoas.
Do ponto de vista estratégico, o investimento reforça a agenda ESG da companhia, especialmente no eixo social. Em regiões com forte presença da mineração, como Nova Lima, Raposos e Sabará, iniciativas desse tipo também atuam como mecanismos de compensação territorial, buscando reduzir desigualdades e fortalecer economias locais.
Além do impacto direto, a estratégia aponta para a tentativa de construção de autonomia financeira dos projetos apoiados, reduzindo dependência contínua de recursos externos e estimulando modelos sustentáveis de desenvolvimento comunitário.
Por Redação
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