Ônibus da Saritur colide com ponto de ônibus no Centro de Nova Lima
Um ônibus da empresa Saritur colidiu com um ponto de ônibus na Rua Dr. Aníbal Moraes Quintão, no Centro de ...
Por Thiago Carvalho: Boa segunda-feira, meus leitores! Acordo Nova Lima esta semana com mais uma ideia imbecil e preguiçosa do prefeito João Marcelo. Recebi imagens da Praça do Mineiro e a cena é digna de quem desistiu de governar: para “resolver” o problema dos moradores de rua, ele simplesmente mandou arrancar os bancos da praça.
Isso mesmo: arrancar.
Parece piada, mas é governo.
Na lógica torta do prefeito, se não houver banco, os moradores de rua desaparecem como mágica. É a gestão da mentira, da maquiagem, de Instagram. João Marcelo vive entre jogos do Galo, festas, Dubai, viagens e autopromoção — e quanto menos ele pisa na Nova Lima real, melhor para ele e pior para os moradores e comerciantes.
E, como sempre, a ideia deu errado. Muito errado! Quem poderia imaginar, né?!
Agora, os moradores de rua estão sentados na porta das lojas, sufocando quem trabalha, espantando clientes e destruindo o que ainda restava do comercio Centro.
Depois de torrar milhões em obras mal feitas e fazer showzinho de inauguração na Praça Bernardino de Lima, o prefeito resolveu punir quem menos merece: comerciantes e cidadãos que só querem usar a praça sem medo. Não podem mais sentar, não podem mais circular, não podem mais existir no espaço público.
Enquanto isso, a turma assistida no Espaço Cidadania segue lá — usando drogas, intimidando mulheres, assediando idosos, afastando a população. Outra vez, estamos entregando o fim de ano à insegurança e ao abandono.
E, como se não bastasse, João Marcelo vai trazer sua “solução final”: transferir o problema do bairro Rosário para o Matadouro.
Éh… ele escolheu despejar o problema em outro bairro. Empurrar. Passar para frente. Fingir que resolveu.
Que gênio. João Mirim em ação.
Se o Rosário sofre, a fórmula do prefeito é simples: que o Matadouro sofra também.
E vai sofrer.
Todo o pacote — drogas, violência, sujeira, insegurança — vai descer ladeira abaixo direto para a porta da casa de outra comunidade. Como se fosse uma entrega expressa:
“Cuidado: contém problema social. Não vire de cabeça para baixo.”
Comerciantes da Praça Bernardino de Lima e da Avenida podem se preparar: o caos está a caminho.
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