Ônibus da Saritur colide com ponto de ônibus no Centro de Nova Lima
Um ônibus da empresa Saritur colidiu com um ponto de ônibus na Rua Dr. Aníbal Moraes Quintão, no Centro de ...
Em março, os prefeitos João Marcelo Dieguez, de Nova Lima, e Fuad Noman, de Belo Horizonte, anunciaram um pacote de obras de R$ 200 milhões para melhorar a mobilidade na região entre os dois municípios. No entanto, essa promessa não sairá do papel neste mandato devido a um erro no projeto, como apontado pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF)
O colunista Thiago Carvalho diz que a interrupção das obras é um reflexo da falta de planejamento e de competência que tem marcado a gestão de ambos os prefeitos. A obra, que consistia na construção de um viaduto para a ligação da MG-030 à BR-356, foi barrada pelo IEF por interferir na área interna da Estação Ecológica do Cercadinho, uma Unidade de Conservação protegida pela Lei Estadual 18.042/2009. “É alarmante que as prefeituras tenham falhado em identificar e corrigir um erro tão fundamental antes do anúncio público das obras. O descaso com a legislação é absurdo”, diz o colunista.
Thiago relembra que este episódio não é isolado: “João Marcelo não pode governar através de anúncios sem efetividade; é inadmissível que, em três anos e meio, a gestão Dieguez não tenha iniciado e concluído nenhuma obra para resolver o problema de mobilidade urbana de Nova Lima, enquanto a especulação imobiliária prolifera edifícios sem a devida infraestrutura, deixando a população diariamente encurralada em congestionamentos por toda a cidade”, afirma Carvalho, que continua sua crítica: “Há um ano, o prefeito apresentou, em coletiva de imprensa, o programa ‘Nova Lima Integrada’, um projeto que prometia transformar a mobilidade urbana no município. Porém, nada saiu do papel. Dieguez é o prefeito de uma das cidades mais ricas do Brasil. A incompetência de seus secretários não pode ser negligenciada; a Câmara de Vereadores permanece passiva diante dos erros da administração. Algo precisa ser feito; o tempo está passando e Nova Lima perde a oportunidade de se tornar uma cidade moderna. Mobilidade urbana significa desenvolvimento econômico, qualidade de vida e acesso a serviços para a população, sendo, sem dúvida, o principal desafio de Nova Lima, que, infelizmente, João Marcelo não está conseguindo resolver”, conclui Thiago Carvalho.
Por Jorge Marques
Foto: Divulgação/PNL
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