Ônibus da Saritur colide com ponto de ônibus no Centro de Nova Lima
Um ônibus da empresa Saritur colidiu com um ponto de ônibus na Rua Dr. Aníbal Moraes Quintão, no Centro de ...
Por Júlia Giovanni – Nesta terça-feira (11), a Câmara Municipal de Nova Lima iniciou o mandato 2025/2028 com uma sessão plenária interessante. Com 15 vereadores, o espaço – antes marcado por consenso e camaradagem – teve seu apito inicial, partir de agora, “treino é treino, jogo é jogo”
Thiago Almeida, presidente da Casa, destacou-se ao conduzir, por mais de 2 horas e meia, uma reunião que, à primeira vista, prometia descambar para embates desordenados. Como experiente árbitro, Thiago conseguiu equilibrar os diversos anseios dos parlamentares, evitando que o debate se transformasse em um confronto de lados políticos. Sua atuação foi determinante para que os vereadores encontrassem um terreno comum mesmo em meio a divergências pontuais.
O clima de tensão foi intensificado com a proposta – e subsequente rejeição – de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre à falta de medicações nas farmácias populares, apresentada pelo vereador Wesley, o grande player desta plenária. O episódio, embora tenha sido rapidamente revertido pela atuação de Abner, simboliza o início de uma legislatura menos complacente e mais crítica à gestão do prefeito João Marcelo, afastando a Câmara de uma postura meramente acoplada ao Executivo municipal.
Na esteira dos embates, Abner assumiu o protagonismo ao oferecer uma argumentação técnica e ponderada sobre pautas de interesse do prefeito João Marcelo. Mesmo sem ocupar formalmente a liderança do governo, sua oratória apaziguou os ânimos e reforçou a ideia de que o legislativo de Nova Lima busca, agora, um equilíbrio entre a crítica construtiva e o apoio necessário às ações do governo.
A Câmara de Nova Lima mostra que está no caminho certo para o equilíbrio entre a fiscalização rigorosa e o diálogo construtivo, isso será fundamental para enfrentar os desafios de Nova Lima. A democracia se fortalece quando os parlamentares deixam de ser meros espectadores e passam a atuar com responsabilidade, embasamento técnico e, sobretudo, compromisso com o interesse público.
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