Dona de distribuidora de bebidas fica gravemente ferida após ser esfaqueada por comerciante vizinho em Nova Lima
Uma comerciante de 25 anos ficou gravemente ferida após ser esfaqueada dentro da própria adega (distribuidor ...

A morte da estudante de psicologia Vanessa Lara de Oliveira Silva, de 23 anos, chocou Minas Gerais e reacendeu o debate sobre o sistema prisional. O principal suspeito do crime, Ítalo Jefferson da Silva, de 43 anos, tinha passagens por estupro e tráfico e estava em liberdade recente.
Vanessa saiu de casa por volta das 6h para trabalhar em Juatuba, onde prestava serviços de recrutamento e seleção no Sine. Segundo a família, o expediente terminou às 14h e ela seguiria para pegar o ônibus de volta para Pará de Minas.
Quando o relógio passou das 16h e a jovem não chegou, parentes começaram a estranhar. Primeiro ligaram para a empresa, depois buscaram imagens de câmeras de segurança e, diante da falta de notícias, acionaram a polícia.
Na tarde seguinte, o pior cenário se confirmou. O corpo foi encontrado em um matagal às margens da BR-262, próximo ao ponto onde ela aguardava transporte. De acordo com a Polícia Militar, a universitária estava nua, de bruços e com um dos braços amarrado. A área foi isolada até a chegada da perícia.
As buscas pelo autor começaram imediatamente após o reconhecimento da vítima. Informações levantadas pelas forças de segurança levaram ao nome de Ítalo Jefferson da Silva, de 43 anos. Ele tinha histórico criminal por estupro e tráfico e estava em regime semiaberto desde dezembro de 2025.
O criminiso foi localizado e preso dois dias depois, em Carmo do Cajuru, a cerca de 112 quilômetros de Belo Horizonte. O caso provocou revolta nas redes sociais e abriu discussão sobre a liberação de presos condenados por crimes violentos.
Por Jorge Marques
ComentáriosAinda não recebemos comentários. Seja o primeiro a deixar sua opinião.
Deixe um comentário