Levado a motel e embriagado: adolescente denuncia professor de basquete da Prefeitura de Nova Lima por estupro de vulnerável
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A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), aprovou reajuste aos servidores da saúde e da segurança pública de Minas, 14% acima da inflação. A Lei já conta com dois votos desfavoráveis no Supremo Tribunal Federal (STF).
O governo de Minas, que recorreu à Corte para limitar o reajuste à recomposição salarial de 10,06%, Barroso e Moares votaram a favor do recurso do governo do estado para barrar o reajuste.
Na sexta-feira (20), Barroso foi o primeiro a votar e se manifestou favorável a ação do governador Romeu Zema (Novo), que busca barrar os reajustes concedidos por deputados estaduais para categorias de servidores do Estado.
O aumento extra aprovado pelos parlamentares da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) está suspenso desde o dia 21 de abril, quando Barroso concedeu liminar para barrar o reajuste adicional a pedido do Governo de Minas.
Por Jorge Marques
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