Álvaro Azevedo diz que atraso na revisão do Plano Diretor contribuiu para “caos no trânsito” em Nova Lima
O vereador Álvaro Azevedo, presidente da Comissão Especial responsável por analisar a revisão do Plano Dir ...
Uma criança de apenas 3 anos morreu após ser atropelada por um carro conduzido por uma mulher de 22 anos que não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH), na tarde de sexta-feira (17), em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A vítima foi identificada como Gael Lucas Silva Lima.
O atropelamento aconteceu por volta das 17h30, na região da Avenida dos Navegantes, no bairro Balneário Água Limpa. Segundo informações registradas pela Polícia Militar, a motorista perdeu o controle do veículo durante uma manobra, subiu no canteiro e atingiu a criança, que brincava no local.
Após o atropelamento, populares retiraram Gael debaixo do veículo e o levaram até uma base da concessionária EPR, às margens da BR-040. Equipes de atendimento tentaram reanimar o menino por cerca de 20 minutos, mas ele não resistiu aos ferimentos. Segundo informações repassadas à polícia, Gael completaria 4 anos na próxima terça-feira (21).
A motorista confirmou que não possuía CNH. Segundo a defesa, ela estava em processo de habilitação, já havia concluído a etapa teórica e realizava aulas práticas em um Centro de Formação de Condutores.
A mulher estava acompanhada do tio, proprietário do automóvel. Conforme informações atribuídas à Polícia Militar, o homem declarou que a sobrinha já tinha o costume de dirigir e, por isso, teria entregado a direção do veículo a ela. A defesa, por outro lado, nega que o tio estivesse ensinando a jovem a dirigir e afirma que ele estava no automóvel apenas como passageiro.
A motorista relatou aos policiais que teria sido surpreendida por outro veículo em um cruzamento e realizou uma manobra para evitar uma colisão, momento em que perdeu o controle da direção.
Testemunhas teriam relatado à PM que a condutora tentou deixar o local após o atropelamento e foi impedida por populares.
A motorista e o tio foram encaminhados à Delegacia de Plantão da Polícia Civil. O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias do atropelamento e as responsabilidades dos envolvidos.
Por Jorge Marques
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