12/fev

João Marcelo quer aumentar para 400 reais o valor auxilio emergencial em Nova Lima

A Prefeitura de Nova Lima apresentou na tarde desta quarta-feira (10/2), ao Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), a proposta de aumento do valor do auxílio emergencial voltado às pessoas em situação de vulnerabilidade social no município, bem como a extensão das parcelas de pagamento e a inclusão de mais de 270 famílias a serem contempladas pelo benefício. A proposta, que segue como projeto de lei para análise na Câmara Municipal, prevê seis parcelas mensais de R$ 400,00, a serem pagas a até 3 mil famílias nova-limenses, o que representa um investimento de mais de R$ 6,7 milhões.

No ano passado, a Prefeitura já havia sancionado um projeto de lei que beneficiou mais de 2,5 mil famílias com o pagamento de três parcelas de R$ 200 mensais, já pagas nos meses de dezembro de 2020 e janeiro de 2021 e a terceira a ser efetuada no próximo dia 15 deste mês, representando um investimento de aproximadamente R$ 1,8 milhão.

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Agora, perto de completar um ano desde o início da pandemia da Covid-19, a Administração Municipal avalia como fundamental não apenas a manutenção, como o aumento do valor do benefício e a contemplação de mais famílias. “Entendemos que a oferta do auxílio emergencial municipal é uma política pública fundamental para amparar as famílias nova-limenses que vivem um momento de insegurança e passam por problemas para manter uma renda mensal fixa que garanta a compra de itens básicos, como os de alimentação e higiene. Essa é mais uma ação que reforça nosso compromisso com as pessoas que mais precisam”, afirma o prefeito João Marcelo Dieguez.

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Caso o projeto seja aprovado pelo Legislativo, o recurso será distribuído no mesmo formato anterior, por meio de um cartão corporativo sem taxas bancárias e uma parceria entre o Governo Municipal e uma instituição financeira. O valor disponível poderá ser utilizado para compras em estabelecimentos comerciais da cidade que vendem itens essenciais.

Proposta será encaminhada para análise na Câmara Municipal e, caso aprovada, representa um investimento de mais de R$ 6,7 milhões.

Por Thiago Carvalho

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